Mais de 10 mil artistas já assinam o manifesto Artistas pelo Impeachment, cujo início foi noticiado pelo Farofafá há quase um mês. O movimento, que cresce veloz e consistentemente,  realiza hoje uma megalive com transmissão cruzada pelo Jornalistas Livres a partir das 18 horas, e deverá ter a participação de dezenas de signatários – entre eles, Mano Brown, Nuno Ramos, Ailton Krenak, Dira Paes, Preta Ferreira, Anna Muylaert, Patricia Pillar, Julia Lemmertz, Zeca Baleiro, Edgard Scandurra, Emicida, Taciana Barros, Matheus Nachtergaele, Elisa Lucinda, Maria Bopp e outros. Já estão confirmados mais de 30 canais diferentes retransmitindo a live, como a TVT, o Levante Feminista, o mandato de Sâmia Bonfim, o Comitê Lula Livre, Guilherme Boulos, entre dezenas de outros.

Artistas do País todo se engajaram na luta pela cessação imediata do genocídio promovido pelo governo de Jair Bolsonaro, que está dizimando parte expressiva da população brasileira – seja boicotando e combatendo as iniciativas em relação à saúde pública no meio da pandemia, seja estimulando ações violentas contra os movimentos sociais, estimulando violência policial, confrontos nas áreas indígenas e agrícolas, arrasando com o meio ambiente (só no último mês, cresceu 40% o desmatamento na Amazônia).

O ativismo dos artistas em prol da democracia causou imediata reação de núcleos de disseminação de fake news governistas e diatribes que gravitam em torno do bolsonarismo, como Mário Frias, Thiago Gagliasso e Eduardo Bolsonaro. É natural: até agora, tirando talvez Tirulipa e outros dois ou três aloprados, não há notícia de artistas publicamente favoráveis à grande onda de desmonte que representa o governo Bolsonaro.

Neste final de semana, o diário O Estado de S.Paulo revelou que Bolsonaro usou R$ 3 bilhões em dinheiro público para comprar apoio político e evitar o impeachment, usando um estratagema de compras superfaturadas.

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